fbpx

Pesquisadores desenvolvem enzima modificada que pode aumentar a produção de etanol de segunda geração

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

O grupo de pesquisadores da Unicamp em parceria com outros pesquisadores do  Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), descobriram um fungo encontrado na Amazônia, da espécie Trichoderma harzianum, responsável por produzir uma enzima com potencial para compor coquetéis enzimáticos que viabilizem um aumento na hidrólise de biomassa.

Atualmente, a descoberta de enzimas que sejam capazes de aumentar a produção de combustíveis de segunda geração, como por exemplo o etanol, é cada vez mais importante, uma vez que neste processo o uso dos coquetéis enzimáticos atuam juntas para degradar e converter carboidratos  da palha e do bagaço da cana-de-açúcar, por exemplo, em açúcares simples.

Para tornar viável a enzima fúngica, os pesquisadores realizaram uma série de análises da estrutura da enzina, combinadas com técnicas de genômica e de biologia molecular, o grupo foi capaz superar os entraves e aumentar de forma significativa a eficiência no processo de degradação da biomassa.

Verificamos que a proteína modificada que desenvolvemos é muito mais eficiente do que a enzima não modificada e pode ser usada para suplementar os coquetéis enzimáticos comercializados hoje para a degradação de biomassa e produção de biocombustíveis de segunda geração”, disse Clelton Aparecido dos Santos, pós-doutorando no Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética da Unicamp Santos à Agência FAPESP.

No processo da pesquisa em busca por uma melhor eficiência, Santos analisou, em colaboração com pesquisadores liderados pelo professor Paul Dupree, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, a eficiência da enzima modificada em relação à liberação de glicose na conversão de diferentes fontes de biomassa vegetal.

Após tal estudo, as análises mostraram que a eficiência da enzima modificada é 300% maior do que na proteína selvagem, além de aumentar a estabilidade térmica da enzima durante o processo de fermentação.

Informações: Jornal da Unicamp 

O artigo “An engineered GH1 β-glucosidase displays enhanced glucose tolerance and increased sugar release from lignocellulosic materials” ( pode ser lido na revista Scientific Reports em www.nature.com/articles/s41598-019-41300-3.

Acesse a ultima edição da Analytica

Ultimas Notícias

Trinity Biotech inaugura fábrica para produção de reagentes para diagnóstico in vitro

A Trinity Biotech do Brasil, cada vez mais comprometida com o mercado brasileiro, inaugurou uma fábrica em Extrema – Minas Gerais, localizada a pouco mais de 100 km do

Artigo científico: Avaliação da qualidade microbiológica e físico-química de méis

  AVALIAÇÃO DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DE MÉIS COMERCIALIZADOS EM MUNÍCIPIOS DO ESTADO DE ALAGOAS  O mel é um dos alimentos mais puros da

Nova iniciativa de resíduos plásticos oferece o primeiro esquema de crédito baseado no mercado para acelerar a recuperação e a reciclagem

A Iniciativa 3R reúne ONGs, especialistas e as grandes empresas como Danone, Nestlé, Tetra Pak e Veolia em modelos de negócios pioneiros de “economia circular”

ARTIGO: Sequenciamento das regiões F(ab)-12 LC e F(ab)-12 HC do anticorpo monoclonal humanizado bevacizumabe: um estudo multicêntrico 

Sequenciamento das regiões F(ab)-12 LC e F(ab)-12 HC do anticorpo monoclonal humanizado bevacizumabe: um estudo multicêntrico   Eduardo de Souza Matos1, Ronaldo Mohana-Borges*1, Vitor Marcel Faça*2, Fábio César Gozzo*3, Wagner Fontes4,

Serviços Sartorius: seu equipamento sempre em sua melhor performance

Serviços Sartorius – seu equipamento sempre em sua melhor performance    A equipe de Serviços da Sartorius do Brasil está pronta para ajudar aos clientes

Seções
Fechar Menu