fbpx

Ocorre a 33º Edição do curso de Combustão Industrial do IPT

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

O tradicional curso de Combustão Industrial do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) traz todos os anos dezenas de representantes de empresas interessadas em melhorar a eficiência de processos ao campus do Instituto. Neste ano, em sua 33ª edição, as aulas foram ministradas entre os dias 12 e 16 de agosto e contaram com 54 participantes.

Renato Vergnhanini, coordenador do curso e pesquisador do Laboratório de Engenharia Térmica, afirmou que, ao longo dos mais de 30 anos de história – a 1ª edição ocorreu em 1986 – as aulas e temas tratados mantém-se relevantes.

“Esse é um curso que vem se mantendo porque anualmente conseguimos fazer atualizações, o conhecimento não está estagnado. Novas técnicas e novos combustíveis surgem e nós somos um dos elementos de difusão dessas novas tecnologias”. Para manter o curso atualizado, algumas medidas são tomadas pela organização. “Existe a preocupação de refazer a cada ano boa parte do material entregue aos alunos”, explicou Vergnhanini.

O curso aborda conceitos teóricos referentes à queima e à poluição atmosférica de combustíveis gasosos, líquidos e sólidos, aspectos tecnológicos ligados aos equipamentos de combustão, informações sobre a instrumentação de monitoria e controle do processo e aspectos práticos, advindos da atuação do laboratório no meio industrial.

O laboratório ministra o curso de maneira aberta ou individualizada para empresas. Parcela majoritária de seus participantes é constituída por engenheiros das principais indústrias do País, além de alguns alunos internacionais, envolvidos em atividades de projeto, desenvolvimento, operação, gerenciamento ou análise de equipamentos de combustão.

Megumi Kosaka, uma das alunas, diz que o ponto forte do curso é o profissionalismo dos palestrantes: “É notável que todos os professores têm muito conhecimento e a intenção de enriquecer o conhecimento dos alunos”. A funcionária do Complexo Agroindustrial Caiasa, no Paraguai, destaca ainda os laboratórios bem equipados do IPT que são visitados durante as aulas.

Mariane Magalhães ressalta o impacto que o conteúdo pode causar nas empresas: “A interação com pessoas que são de diversos segmentos da indústria nos possibilita conhecer o que está acontecendo em outros setores e pode ajudar a melhorar processos dentro de nossas próprias áreas. Além disso, eu pretendo multiplicar dentro da empresa o que aprendi aqui, então não é um conhecimento que fica só para mim independente do lugar onde estiver trabalhando, mas que também será levado para a companhia”, afirma a representante da sucroenergética São Martinho.

Acesse a ultima edição da Analytica

Ultimas Notícias

Seções
Fechar Menu